A IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO NA PRIMEIRA HORA

 Golden Hour – a importância da amamentação na primeira hora de vida

 
Golden Hour – a importância da amamentação na primeira hora de vida

A Golden Hour – ou Hora Dourada – corresponde à primeira hora de nascimento do bebê. Recomendada pela Organização Mundial da Saúde, a prática é fundamental para evitar mortes em recém-nascidos e deve ser exigida pelas mães que entendem a importância da amamentação materna.

É neste momento que o colostro (líquido amarelado que desce antes do leite) extremamente rico em anticorpos e nutrientes é liberado, sendo considerada inclusive a primeira “vacinação” da criança.

As mães devem receber o apoio necessário para a amamentação, já que entre os fatores que contribuem para que não sejam levados ao peito da mãe nos primeiros minutos de vida estão o fato de profissionais de saúde ou outros familiares alimentarem o bebê com fórmula infantil.

Nem mesmo as cesarianas devem ser um impeditivo para a Hora Dourada. Inclusive, é tão importante quando em um parto normal, já que adiar esse momento interfere sendo um complicador para o aleitamento materno, podendo comprometer toda a amamentação. Com o estímulo logo após o nascimento, a tendência é que a apojadura aconteça de forma natural e mais rápida. Isso acontece por causa da liberação de hormônios, diretamente ligados ao parto e ao contato de pele entre mãe e filho. 

Além disso, na primeira hora de vida o reflexo de sucção do bebê está mais latente. Assim, fica mais fácil estabelecer a pega correta no seio. O contato pele a pele com a mãe no aconchego de seus braços, sentir seu cheiro e seus batimentos cardíacos, ajudam o bebê nesta transição do útero para o mundo aqui fora, ambientes tão distintos, fazendo essa passagem de forma mais humanizada e respeitosa para a criança.

A OMS reforça ainda que todas as rotinas com o bebê, tais como lavar, pesar, ministrar injeções e colírios, devem ser evitadas até o bebê amamentar ou pelo menos durante a primeira hora de nascimento. Fazer um plano de parto pode deixar essas recomendações documentadas, fazendo com que os profissionais de saúde envolvidos no parto cumpram os anseios da mãe.

Caso o bebê não mame neste momento, tudo bem também. Mamíferos nascem com uma “reserva alimentar” e não correm risco caso não se interessem logo na amamentação. Importante é não oferecer bicos artificias ou fórmulas de forma desnecessária, para que não haja confusão na forma de sucção, invalidando a amamentação – se assim a mãe desejar, claro.

Devemos frisar inclusive que as fórmulas têm alto poder alergênico e que todo bebê perde peso após nascer, já que desincha. Se houver a necessidade real de que o bebê tome um leite que não seja da mãe, as maternidades precisam disponibilizar banco de leite, com leite materno adequadamente ordenhado e armazenado, para alimentar os recém-nascidos que precisem.

Na maternidade, esses casos reais de necessidade são referentes à prematuridade extrema, hipoglicemia e outros casos bastante específicos de alto risco, que vão ser orientados e acompanhados (ou deveriam ser) pelo pediatra.

Você teve Golden Hour com o seu bebê? Queremos saber!

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